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O CASO Monica (nome fictício) Um caso ainda em andamento.

Mulher jovem, 23ª recém casada, com queixa de VAGINISMO.
Compareceu sozinha, sem apoio do marido, que disse já não ter mais paciência.
Tivemos alguns encontros onde a presença do marido sempre foi solicitada, mas este nunca comparecia, o que sem dúvida dificulta o tratamento. Como era de se esperar, desmotivada abandona o tratamento.
Após algum tempo cerca de 6 meses resolvo fazer contato por e-mail. Veja a sequencia:

Olá Monica
Você sumiu, de noticias ok abraços
Augusto Mendes

Oi Doutor,
Andei sumida mesmo, não é. Mas acho que andei sumida de mim também, resolvi esquecer de mim para ver se me sentia melhor. Toda a minha força de vontade eu deixei de lado e me afundei em desculpas para abstrair o grande problema que guardava dentro de mim. Queria acreditar que era doente e que meu problema só seria resolvido com operação, que depois disso tudo seria mais fácil para mim. Aquela Monica que conheceu cheia de vontade foi pra baixo dos lençóis. Ninguém mais sabe do meu problema, a não ser meu marido. Minha mãe, minha irmã, para todas resolvi dizer q estava resolvido. Cansei de preocupação e perguntas em cima de mim. Até que no auge da minha tristeza resolvi ir a médica e tentar ouvir mais uma vez que poderia ser uma doença que eu ia resolver com medicação, operação, o que seja e mais uma vez a minha cabeça foi o diagnóstico dado. Mais uma vez ouvi que meu problema é psicológico, saí de lá em prantos, pensando em me separar e esquecer que isso era importante pra mim. Meu marido então veio a mim e me perguntou como foi e eu disse a ele o q tinha mais uma vez ouvido. Ela me pediu para voltar a me consultar com o senhor e não desistir e que dessa vez levasse meu marido para a consulta. Quando ele ouviu me disse que iria na consulta. Foi então que percebi que ele ainda queria tentar e eu também queria. E quero. Podemos marcar uma consulta? Indo eu e ele quanto que fica a consulta? Volto a ter vontade de recuperar minha autoestima e meu casamento, posso ainda ter a sua ajuda?

Um grande abraço.


Olá Monica
Claro que pode vir, e será bem vinda.
Se seu marido vier, será ótimo, mas você também pode vir só.
Quanto ao valor da consulta, deixa isso pra conversarmos no consultório.
Venha.
Vamos resolver esse problema.
Augusto Mendes


Ah que coisa boa, vamos marcar nossa consulta para sábado logo, ainda tem horário para este?
Se não, marco para o próximo....
Abraços! e muito obrigada.
Monica


Retomamos o tratamento e no primeiro encontro veio com seu marido. Que ótimo pensei, agora vai. Como sempre crio momentos individuais onde os NÃO DITOS aparecem, Pudemos então entender melhor o que se passava.
Dei então algumas orientações que deveriam ser seguidas, deveriam, mas na sessão seguinte o marido não compareceu. “Ele disse que não fez o que você sugeriu logo não faria sentido ele vir”.
Passamos então para outra abordagem, somente com ela, o marido estava resistente.


Oi Doutor Augusto,
to mandando esse e-mail para dizer q neste sábado não vou poder comparecer por motivos de saúde...tô com amigdalite e de cama a três dias, preciso repousar. Só para que saiba q não desistimos, pelo contrário vamos em frente e juntos.
obrigada por tudo.
Monica


Três semanas se passaram...

Oi Doutor Augusto,
Estou aqui para explicar toda a minha ausência. Minha empresa está com um novo projeto em diversos eventos e aqui no meu trabalho a equipe é formada por dois profissionais e uma estagiária, sendo assim tá me sobrando trabalhos no fim de semana, e mais uma vez to escalada para sábado. Minhas consultas são muito importantes pra mim, principalmente vendo todo o esforço que faz para me atender, porém não posso deixar de fazer esses trabalhos e fico nesse impasse, sem conseguir me consultar. Quero deixar claro com esse e-mail que a coisa que mais quero é resolver meu problema e sei que suas consultas são meu grande porto seguro. Não desisti e tenho no meu dia-a-dia tentado (e conseguindo) grandes avanços... hoje já estou me conhecendo mais como mulher, tiro tempo pra mim e me aproximei mais do meu marido, conseguimos estar mais próximo também. Não paro de pensar nisso um minuto e não é como antes, agora tenho agido e feito tudo que posso para chegar com novidades em seu consultório. Logo logo!
Espero que entenda minha ausência....mas me esforço pra que não desista do empenho que tem comigo.

Grande Abraço!
Monica


Mais algumas semanas se passam e volta ao consultório.


Relata então que voltara à ginecologista que eu lhe havia encaminhado.
Com choro de emoção conta que foi examinada, que pela primeira vez consegui que a Dra. Colocasse o especulo (bico de pato) e em seguida colocasse dois dedos durante o exame demonstrando que sua vagina era normal e que se ela pode colocar dois dedos, seu marido também poderia...


...Mas não aconteceu. Ao invés, tiveram uma briga por questões familiares, logo alem de não ocorrer o avanço esperado, corre-se o risco de retrocesso.

Bem, o caso esta em andamento e claro vagarosamente.
A importância desta sequencia é para demonstrar que ainda é para a maioria das pessoas muito difícil enfrentar um problema sexual, AINDA É UM TABU.

Assim se você esta passando por algum problema, alguma disfunção, saiba que não é a única, então não se sinta o patinho feio, busque ajuda, pois HÁ SOLUÇÃO.
E é bom saber:
Sendo um problema do homem ou da mulher, será sempre mais fácil o tratamento se os dois participarem.



RAPAZ 24 ANOS QUEIXA DE IMPOTÊNCIA

 

Tudo começou quando eu tinha 17 anos. Eu não era mais um garoto, mas também não era ainda um homem. E o que faltava para mim, para me tornar um homem de verdade, era ter uma mulher. Eu já estava trabalhando, estudava, já tinha barba na cara, voz grossa, mas ainda me faltava uma experiência sexual com uma mulher.

A oportunidade não demorou muito para aparecer. Um colega meu, muito próximo a mim, sem saber que eu ainda era inexperiente, resolveu me levar para eu conhecer um lugar conhecido como Vila Mimosa, um dos lugares do Rio de janeiro mais conhecidos por causa da prostituição. Isso mesmo. Eu resolvi que a minha primeira experiência seria com uma prostituta. E isto se deve a vários motivos. O primeiro deles é que é mais fácil. É só pagar e pronto. Conquistar uma mulher dá muito trabalho, ainda mais com a idade e a timidez que eu tinha. O segundo deles é que barato. Por incrível que pareça, e só quem já viveu esta experiência pode saber, é muito barato o preço de meia hora com uma mulher nestes lugares de prostituição. E, por último, há o “status”, assim posso chamar, que um homem adquire ao ter uma relação com uma mulher da vida. É como se fosse uma experiência obrigatória, ainda mais para alguém que pertencia à Marinha, como eu.

Um sábado, um carro, um amigo e a vontade de perder a virgindade a qualquer custo. Estes foram os ingredientes necessários.

No entanto, o que parecia andar bem, na verdade viria a se tornar uma das piores experiências da minha vida. É fácil imaginar que para mim, naquela idade, e com aquela inexperiência, um lugar como a VM era quase traumatizante. As mulheres quase peladas, se oferecendo e mostrando as partes íntimas como se fossem feirantes vendendo o seu peixe para ganhar a vida. A banalização sexual daquele lugar, a sujeira, toda a espécie de imundície humana, corpos, bebida.  Na minha cabeça, aquilo em nada poderia inspirar libido suficiente para uma ereção.

Ao escolher a mulher com quem eu iria transar, e naquela hora eu não podia mais voltar atrás, o suor me veio às mãos, o coração palpitava, eu não conseguia raciocinar direito. O que piorava ainda mais era a pressão do meu colega. Eu não poderia decepcioná-lo. Não poderia acontecer outra coisa senão a falta de ereção e a incapacidade para uma relação sexual.

Este foi o começo do meu problema. Jovem ainda, sem o amadurecimento que a vida traz, me passou pela cabeça de tudo: “será que eu sou homossexual?”, “será que eu sou broxa?”, “por que os meus colegas conseguem e eu não consigo? O que há de errado comigo?”

A partir daquela experiência, e o tempo só piorou as coisas, eu nunca mais conseguiria ter uma ereção com uma mulher até eu começar o tratamento com o Dr. Augusto, cinco anos depois, eu já com vinte e dois anos. E não era só a ereção. Nem uma conversa satisfatória eu conseguia ter com uma mulher. A timidez e o medo de broxar novamente me deixavam tão nervoso que eu evitava até me aproximar delas.

Além desta experiência, houve mais uma, a última até eu procurar um psicólogo. Aconteceu três anos depois quando eu estava em viagem. Esta experiência foi interessante porque ela foi boa e ruim ao mesmo tempo. Explico por que.

Ela aconteceu em Salvador. Eu, ainda totalmente inexperiente, e por influência de outros colegas meus, resolvi tentar de novo. E, por incrível que pareça, resolvi tentar de novo com uma prostituta. E, o pior de tudo, os meus colegas me convenceram a participar de uma orgia. Eu sei que parece loucura, mas a bebida e a influência dos amigos fizeram eu vencer as barreiras do meu trauma... E eu não consegui de novo. Era a minha segunda vez e eu não conseguia. O que piorou a minha situação é que os dois colegas meus que participaram presenciaram e foram testemunhas do meu problema.

Eu saí do quarto, deixei os meus colegas lá, e fui tomar um ar fresco. Eu estava destruído. Agora todo mundo vai saber que eu sou broxa. Eu não consegui de novo, que merda!

Porém, como eu disse, a experiência foi boa também. Os meus dois colegas dividiram comigo a experiência de não ter uma ereção. Os dois também não conseguiram transar com as prostitutas. Isto foi bom para eu ver que o problema não é só meu e, além do mais, isto inibiu os meus colegas de espalharem a minha falha, pois eles também viveram a mesma experiência que eu.

Depois disso, foram mais dois anos sem conseguir me aproximar de mulheres. Quando algum colega me convidava para sair, eu inventava desculpas. Eu evitava ao máximo o contato com o sexo feminino. O que facilitava as coisas é que eu vivia em internato na Marinha só tendo contato com homens.

Estas experiências e o passar dos anos me tornaram uma pessoa anti-social, com uma auto-estima muito baixa, incapaz de fazer frente aos outros, pois eu me considerava fraco, menor que os outros homens.

Contudo, o que me deixava intrigado, e o que me fez levantar a cabeça, é que eu conseguia ter ereção normalmente. Eu acordava cedo com ereção, me masturbava com muita freqüência, ficava excitado ao ver mulheres, não em entrar em contato com elas, mas em vê-las em revistas, em revistas pornográficas, etc. Isto me fazia pensar: ora, se eu me excito com elas, com o cheiro delas, com a voz delas, com o jeito delas, é porque eu sou capaz, sim. O que falta para mim é uma experiência boa com uma delas. Só assim eu vou vencer o meu problema. Problema este, aliás, que eu não contara a ninguém, nem ao meu pai. Eu tinha muita vergonha disso.

Mas ter pensamentos positivos não adiantava. Se eu me aproximasse e conversasse com as mulheres, eu ficava muito nervoso, nervoso a tal ponto que: broxar era quase uma certeza, embora, como eu disse, ficar excitado e ter ereção era muito normal e natural para mim. Era óbvio que o meu problema não era físico.

Após algum tempo, eu resolvi procurar um psicólogo. Se o meu problema não era físico, não adiantaria eu procurar um médico. Seria gastar dinheiro à toa.

Mas procurar um psicólogo era difícil e caro. Eu queria um psicólogo simples, comum, e que tivesse experiência com a área da sexualidade. Este psicólogo eu encontrei numa procura pela internet.

Foi assim que eu consegui entrar em contato e conversar com o Doutor Augusto.

Eu ainda me lembro a primeira vez que eu fui ao consultório dele. Eu suava a tal ponto de nervosismo que a minha blusa estava toda molhada. Nesta consulta ele me tranqüilizou, dizendo que o meu problema não era físico, que eu era capaz, etc. Disse-me também para eu não me preocupar com a clínica, pois ali havia várias outras especialidades médicas. Não haveria constrangimento por parte de ninguém da clínica. Isto me relaxou muito e eu passei a ir toda a semana ao consultório do Dr. Augusto.

A vida é engraçada. E isto eu aprendi também com o Doutor. Quando você está a procura de algo, e quer realmente algo, parece que todo o Universo conspira a seu favor. Na época em que eu fui procurá-lo, começaram a aparecer mulheres desejosas e muitas oportunidades. Não demorou muito para que eu vencesse de vez o meu problema sexual. O estopim de tudo foi quando eu criei coragem e fui a um prostíbulo de novo. Só que desta vez foi diferente. Eu disse de antemão que eu tinha um problema e que precisava de ajuda. E qual o problema de dizer isto a uma mulher que trabalha neste ramo? Com certeza elas já passaram por isto muitas vezes. E isto me tranqüilizou a tal ponto que eu consegui ter uma ereção e uma relação sexual. Enfim, após longos cinco anos. Eu só não gozei. Mas isto não demorou também a acontecer. Logo após esta experiência, outras a seguiram, e em todas as outras eu consegui.

Eu passei a ter auto-estima. E mudei a minha personalidade. Eu antes era tímido e receoso. Hoje eu sou uma pessoa normal, conversadeira. Estudo numa faculdade com muitas mulheres e já saí com muitas. Eu acho até que ter ficado tanto tempo celibatário me fez guardar tanto a minha energia que hoje está até difícil controlar.

Eu acho que eu preciso voltar a um psicólogo para aprender a controlar um vício recente: vício por mulher e por sexo. Graças a Deus, ao doutor, à vida, eu hoje sou um homem novo. Depois de cinco anos sem namorar, sem sair com ninguém, eu hoje sou um homem feliz sexualmente. Namoro muito, saio muito. Não posso ver um “rabo de saia”. Eu acho que isto é normal, não é?

Na verdade, o que aconteceu comigo, e hoje eu entendo, foi um misto de inexperiência; falta de contato com o sexo feminino, devido à vida castrense; medo de falhar novamente; e muita ansiedade.

Por último, digo que estas experiências me fizeram conhecer muito mais a minha sexualidade. Eu hoje tenho controle sobre a minha sexualidade e sei perfeitamente que se eu não conseguir de novo ter uma ereção, eu já sei que eu posso vencer isto, pois eu já venci isto antes. E sei também que todos os homens, se não passaram, poderão passar por isso alguma vez na vida.

Nota do Psicólogo
(obs: os 5 anos a que se refere, foi o tempo que passou
com o problema, o tempo de terapia foi de 6 meses)



Comentário recebido por e-mail:

Oi doutor, tudo bem?
Fiz uma primeira consulta com o senhor cerca de 4meses atrás. Apesar de ter sido só uma única consulta, segui alguns conselhos passados por ti,como por exemplo ''perder'' um tempo maior nas preliminares. O resultado foi bom, minha namorada conseguiu ficar satisfeita. Mesmo com um resultado legal, acho que ainda preciso melhorar. Como agora voltei a trabalhar quero continuar a terapia.Um grande abraço doutor espero marcar uma consulta o quanto antes.
Paz!
 



O caso Laura

Aos 40 anos, bonita, bem sucedida profissionalmente, gerente comercial de uma empresa de fármacos, começou a namorar aos 17 anos teve dois “namoricos” e conheceu o atual que na época tinha 15 anos, hoje com 38, trabalha como técnico de nível médio. Marcos e Laura começaram o namoro e logo resolveram q queriam ficar juntos, assim, Marcos começou a freqüentar a casa de Laura e logo estavam dormindo juntos.
Quando chegaram ao consultório já haviam se passado mais de 20 anos, mas mesmo com esse convívio intimo, Laura ainda não tinha sido penetrada. O que se tornara um grande problema pra ambos, afinal tinham decidido ficar juntos.
Laura fez terapia por vários anos, mas nada acontecia, pra complicar ainda mais Laura teve o azar de ser atendida por uma ginecologista que foi logo dizendo: “Olha aqui você precisa fazer uma cirurgia, pois sua vagina é muito pequena”. E essa seria a razão de conseguir a penetração.
Após uma cuidadosa anamnese, a hipótese foi de vaginismo.
Iniciamos o tratamento que passou por uma reestruturação cognitiva, onde sua historia de vida foi revista, suas frustrações, seus medos, sua falta de informação. Havia sido criada sob o jugo do “feio pecado proibido”, desenvolveu medo e sem perceber fugia ou evitava a relação, no entanto sentia desejo. Foi estimulada a se tocar, se descobrir, assim em pouco tempo descobriu o prazer, já tinha orgasmos clitorianos. Com o tempo adquiriu confiança no parceiro, mas ainda tinha medo, afinal “sua vagina era pequena”.
Encaminhei então a outra ginecologista, de minha confiança. Qual não foi sua surpresa? – Estava tudo bem com ela, ficou tão emocionada que me ligou chorando “dr Augusto eu consegui, eu fui examinada, ela conseguiu fazer o exame normalmente, já não sou menina, sou uma mulher”.
Bem daí em diante foi só comemoração, logo ela foi conseguindo relaxar mais e mais e em poucos dias aconteceu a tão esperada penetração. Comemorada pelo casal, com o casamento.
 



Caso Edson

Homem de 35 anos casado, 2 filhos, trabalhando como representante comercial, bem sucedido financeiramente, e se dizendo apaixonado pela esposa. Embora já a tivesse traído, disse tê-lo feito pra se testar com outra, e o resultado foi frustrante. Queixava-se de EJACULAÇÃO PRECOCE e às vezes PERDA DA EREÇÃO.
Seu relato era desesperador, já havia passado por vários médicos, clicas ditas especializadas, tomado vários medicamentos, feito aplicações no pênis...
Mas não estava satisfeito, via seu casamento desmoronar e acumulava um déficit em sua conta bancária. O curioso é que nenhum dos médicos o havia encaminhado pra terapia (o que alias é muito comum). Chegou ao meu consultório via Internet, e começou sua estória dizendo: “Dr. O Sr. é minha ultima tentativa, não agüento mais.”
Após ouvir a analisar seu caso informei: VOCÊ NÃO PRECISA DE MEDICAÇÃO, SEU CASO É EMOCIONAL.
Admirado disse, “não é possível, já passei por vários médicos, todos me medicaram!”.
Repeti: VOCÊ NÃO PRECISA DE MEDICAÇÃO, SEU CASO É EMOCIONAL.
Mais relaxado, iniciamos a terapia...
...Quando chegou para a quarta sessão, veio com a esposa. Ao entrar disse: Dr. Ela veio lhe agradecer. E num misto de choro e risos me disse: “Dr. Como pode?” E continuou, “ele ter andado em tantos médico, e resolver com apenas algumas sessões de terapia!!”


A TERAPIA NÃO FAZ MILAGRES, MAS HÁ CASOS ONDE É INDISPENSÁVEL.
AS DISFUNÇÕES SEXUAIS, EM SUA MAIORIA, SÃO DE FUNDO EMOCIONAL. PESQUISE, SE INFORME, QUESTIONE, CONSULTE UM PSICÓLOGO, VOCÊ PODE SE SURPREENDER COM O RESULTADO.

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