VULVODINIA

Depoimento de quem superou um problema,

ainda pouco conhecido.

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Mulher e vulvodinia: a difícil relação.

 

 

É possível começar um casamento um ano e meio depois dele ter começado?

A minha resposta é SIM, e vou explicar o motivo neste texto abaixo.

Não preciso ter um nome, pois eu poderia ser qualquer mulher comum dentro deste planeta. O problema no qual passei e ainda passo, de forma mais branda, poderia acontecer com qualquer uma. Descobri, sem saber que existia, algo chamado vulvodinia, um transtorno na vulva que me causava muitas dores na região vulvar, ardor e queimação. As dores aconteciam em momentos aleatórios, às vezes sem estímulo e outras pelo simples toque. Com isso, é possível chegar à conclusão que o sexo é a pior coisa que poderia existir para uma pessoa com vulvodinia. Mas antes será preciso fazer um histórico para que eu possa chegar até o momento que estamos agora.

 

Minha primeira experiência sexual ocorreu quando eu tinha 24 anos. A decisão foi pensada e repensada muitas vezes, quase que sonhada, mas na prática não foi a melhor coisa do mundo. A primeira e as poucas seguintes foram terríveis e se arrependimento matasse eu estaria morta. O relacionamento seguinte se deteve em uma única tentativa, também muito dolorida e que não tenho a menor saudade, nem me lembro direito. Até que veio meu último namorado, que se tornou depois meu marido. Os dois tinham vontade de esperar o casamento, foi o que acabou acontecendo. Foi uma opção feita por nós e conseguimos levar à frente, sempre com diálogo e espera. Até aí tudo tranqüilo. E casamos, sem imaginar que não haveria consumação do casamento na noite de núpcias e nas seguintes. Tudo ficava nas preliminares e sem penetração. Parecia algo inexplicável, pois como alguém que já teve relações passadas não conseguia fazer sexo com o próprio marido? E por sentir muita dor, eu evitava todas as formas para que não acontecesse. Preciso falar que foi o caos?

 

Primeira saída foi procurar minha ginecologista, Maria Helena. Já havia passado por ela muitas vezes, mas nunca tratei do assunto como um problema. Achava que a minha dificuldade era igual a de toda mulher, mesmo que fosse doloroso demais passar pelo bico de pato toda vez que eu precisasse fazer o preventivo. Sempre fui muito sensível à dor, em tudo, então pensei que seria algo que também me incomodasse bastante e fosse normal toda essa dor. Falando de todas as dores que eu sentia, ela foi me examinando, até que colocou o dedo no ponto exato. Pressionou a vulva com um pouco mais de força só para ter certeza daquilo que ela já desconfiava. Bingo! Um grito de dor meu fez com que palavras de lamentações começassem a sair de sua boca. Como se já estivesse pedindo desculpas por aquilo que não se sabe o motivo exato da existência, nem o tratamento ideal para uma cura completa. Se é que existisse cura realmente (só através de milagre). Todos os congressos que tratam do assunto ela faz questão de ir, pois são algumas pacientes com o mesmo problema que eu, algumas casadas, outras adolescentes que nem começaram a vida sexual, e outras com um pouco mais de bagagem, mas que praticamente não conseguem ter sexo saudável. Foi fazendo várias perguntas, como:

 

  • No período que antecede à menstruação, como você fica? É a pior semana, na verdade, quando fico mais dolorida e irritada, não só pela TPM, mas por conta das dores na vulva que aumentam ou não dependendo do mês.

  • Como é na hora do xixi? Veio um filme na cabeça, lembrei que desde de adolescente eu já sentia um incômodo depois do xixi quando usava o papel higiênico. Mas como eu sempre fui uma pessoa meio “braba”, achei que eu usava da força na hora de me secar. Mas não, já existia uma sensibilidade desde aquela época, mas que não sabia o que era. Na maioria das vezes o depois do xixi na hora de enxugar eu sentia dor. E sinto até hoje dependendo da minha sensibilidade.

  • Nem preciso falar das relações sexuais, que apesar de poucas, não eram muito boas. Orgasmo então, nem pensar.

 

Mas havia toda uma questão pós casamento. Depois de alguns meses tentando não conseguia ter penetração no sexo, ficava no superficial, sexo oral e outras formas para que pelos menos houvesse uma intimidade. Virou um problema. A ginecologista, que realmente descobriu o que eu tinha, mas sabendo que não havia um tratamento específico, tentou primeiro com um tipo de ácido (nem preciso falar de dor depois da aplicação). Foram alguns dias de muito incômodo e nada mudou no sentido de melhora. Passamos para a lidocaína, pelo menos o efeito anestésico poderia ajudar alguma coisa, mas não resolveu. Uma opção também foi o antidepressivo, mas não me adaptei bem à amitriptilina e descartamos a possibilidade de ficar com medicamento.

 

Graças ao mundo tecnológico e tão conectado, comecei a procurar sobre o assunto. Descobri um blog chamado “vulvodinia tem jeito” com várias mulheres trocando experiências sobre o mesmo problema, falando de tratamentos, indicando médicos e tal. Foi ótimo saber que algumas conseguiram ter uma recuperação tão boa que não sentiam mais dor na hora do sexo. Outras estão na luta, buscando uma melhor maneira de conviver com o problema. Diante de várias informações, conversei com a minha ginecologista que tentaria a fisioterapia, já que algumas mulheres tinham melhorado um pouco com esse tipo de tratamento. Achei na internet a clínica da Fisioterapeuta Fernanda Pacheco. Foram aproximadamente nove meses de tratamento dos mais diversos. Não entrarei em detalhes de tudo o que foi feito, porque as técnicas iam avançando conforme eu ia respondendo ao processo. Muitas coisas foram feitas pela primeira vez comigo. Ela tinha experiência em vaginismo, mas vulvodinia eu era a primeira paciente. Fernanda conhecia esse transtorno e foi pesquisando ainda mais para tentar me ajudar. Praticamente uma vez na semana eu estava no consultório fazendo os exercícios e usando os aparelhos. Uns dias ia bem, outros cheios de dor, outros querendo desistir, outros morrendo de pena do meu marido que me ajudava nos exercícios em casa com toda a paciência do mundo. Era uma pressão eterna da minha parte, não pensava em outra coisa a não ser conseguir resolver isso de algum jeito.

 

Em paralelo busquei ajuda psicológica. Tinha certeza de que me ajudaria a segurar a onda de uma forma que não me desesperasse. E como eu acredito na providência, encontrei o Dr. Augusto Mendes, psicólogo e sexólogo. Vi que tinha experiência nas disfunções sexuais e terapia de casais. Foram alguns meses de conversas sozinha e depois com meu marido participando. E foi importante para ele também entender ainda mais as minhas dificuldades e pudesse colocar o ponto de vista dele. A vulvodinia também foi uma novidade para o Dr. Augusto. A maioria das pacientes tinham relatos de outros problemas, mas um diagnóstico completo como o meu facilitou muito a forma de conduzir e conhecer as minhas limitações físicas e psicológicas também. Ele foi importante também no meu processo contra essa dificuldade que muitas vezes me fez pensar que seria difícil conseguir, e que provavelmente meu casamento seria um problema, caso não resolvesse. E o mais incrível, ele e a fisioterapeuta recomendavam pacientes um para o outro sem se conhecerem pessoalmente. Sabiam da experiência no assunto um do outro e ficaram surpresos quando souberam que eu busquei os dois sem que eles me indicassem. E foi ótimo porque em algumas situações eles davam dicas do que poderia ser feito comigo, já que estava num nível ou outro do tratamento de cada um. Troca total que colaborou muito para o avanço.

 

Tudo isso que busquei de ajuda foi fundamental para que em maio de 2014 minha luta chegasse ao fim. Um ano e meio depois de casada consegui o sexo completo, se é que existe este termo. Mas para mim era o que faltava, ele estava incompleto. Os detalhes de como como conseguimos fica para o casal, mas o sentimento foi uma mistura de alegria com realização e alívio. Chorava igual a uma criança, não acreditando que havia conseguido. Meu marido feliz da vida, orgulhoso de mim por ter passado por toda a dificuldade e não desistido.

 

Enfim, quero deixar nesse texto o meu depoimento do quanto foi difícil não conseguir no início fazer sexo com meu marido, de saber o diagnóstico, de tratar ao longo do tempo e de conseguir ter relação. Até hoje não é fácil, existe todo um tratamento em volta, exercícios em casa, idas esporádicas na fisioterapeuta (não preciso mais ir toda semana), retirada de alguns alimentos que me deixam mais sensível, lubrificantes, óleos, sabonete e tudo mais que possa parecer que ajude a diminuir as dores. Continuo na luta, conhecendo meu corpo, sabendo quando estou bem, quando estou mal e quando estou mais ou menos, para que possa, mesmo sem saber porque tenho isso buscar uma qualidade na vida íntima com meu marido. Depois daquela primeira vez em 2014 me senti realmente esposa, completa e mais feliz. Não descobri a cura do meu problema, mas encontrei formas de conviver melhor com ele.

 

Deixo registrado aqui para todas as mulheres que tenham algum tipo de incômodo na relação sexual que procurem uma ajuda médica, não tenham vergonha. É preciso cuidar da saúde e buscar melhor qualidade da vida íntima. E para aquela que têm vulvodinia, não desistam, pesquisem por melhores formas de se tratarem, procurem orientação médica, pois um dia eu busquei ajuda e foi muito importante para que eu corresse atrás do prejuízo e hoje estivesse aqui contado a minha história para todas vocês. Não deixe de sonhar, acredite que é possível realizar tudo o que sonhamos se corrermos atrás.

Atenção:  Discurso de Responsabilidade.

As informações destes depoimentos, me foram passadas pessoalmente ou por e-mail, e reproduzidos o mais fidedignamente possível.

Os resultados obtidos podem variar de pessoa para pessoa.

Qualquer dúvida, faça contato farei o possível para esclarecer.

Rua Guajuvira Nº 244, Marechal Hermes.

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